Modelo de localização de unidades em um mapa grande com grande quantidade de pontos.

As drop-lists são integradas com o google maps e o resultado do filtro aparece no mapa.

Confira no site da Unimed


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2009-07-02_144321.jpg Projeto: Site DOE Pequeno Príncipe

www.doepequenoprincipe.org.br

Agência:
Mídia Digital
Publicação: Junho de 2009
A equipe de arquitetura de informação da Mídia Digital em parceria com a PUC-PR , vai realizar o curso de Arquitetura de Informação para a web nos dias Dias 08, 15, 22 e 29 (Sábados) de Agosto de 2009 em Curitiba - PR.

PROGRAMAÇÃO DO CURSO (32 horas)

Módulo I - Introdução teórica e planejamento estratégico (4 horas)
Módulo II - Elementos da Arquitetura de Informação na web (4 horas)
Módulo III - Processo e Metodologias (16 horas)
Módulo IV - Cases práticos e universo da Arquitetura de Informação (4 horas)
Módulo V - Projeto final e teste de usabilidade simulado (4 horas)

Para saber mais e fazer sua inscrição visite o blog do curso.
Você já leu algum livro do Nielsen?

Como alguém diz que o que valerá são as regras do usuário e promover o "enterro de Nielsen" no mesmo texto ?  Não eram as regras do usuário que o próprio defendia?

Nielsen cometeu muitos erros, muitas previsões insanas e também tem muitos conceitos defasados. O que não podemos esquecer é que como precursor da usabilidade na web ele criou princípios baseados em EXPERIÊNCIAS e não na retórica estereotipada que fundamentam certos posts.

Se os princípios do Nielsen forem analisados de forma honesta e sem o peso da auto afirmação através da crítica, temos uma firme base experimental para aumentar a eficiência dos sites em que projetamos. Como alguém disse na lista de discussão, temos que pegar o que é bom (e é muita coisa no caso do Nielsen) e a partir  disto evoluir.

Por causa de gente como esta, princípios elementares de usabilidade fundamentados na experiência estão sendo deixados de lado por designers achistas que gostam de vociferar que "o nielsen está enterrado" pra deixar meio que subentendido que eles sim que são bons por haverem superado  "o grande Mestre Usability Oracle Nielsen".

Precisamos de menos achismo, e mais reflexão sobre experiências concretas e possibilidades reais. Não só na internet mas em qualquer coisa na vida.

Nunca iremos evoluir se ficarmos preocupados em "enterrar os precursores". Devemos sim se preocupar em continuar seu trabalho, em nome de uma internet melhor.
Este é o garotão do Papai!  Projeto grande, desafio grande que enfim, chegou ao fim.

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Projeto: Portal Unimed Brasil

www.unimed.com.br

Agência: Mídia Digital
Publicação: Março de 2009

Hotsite expresso arquitetado, layoutado e publicado em menos de duas semanas. Um xodózinho da casa:

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Projeto: Hotsite, Linha Portobello 2009

www.eventosportobello.com.br/revestir2009/

Agência: Mídia Digital
Publicação: Março de 2009
emorei, eu sei que demorei. Mas pra organizar o portfolio aqui junto com o blog é importante publicar. Tarde, é sempre melhor que nunca. Aqui vai:

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Projeto: Natal feito criança

 www.natalfeitocrianca.com.br

Agência: Mídia Digital
Publicação: Dezembro 2008




Na hora de fazer uma análise de usabilidade de um site sempre vem aquela dúvida; quais pontos considerar para que não se esqueça nada. Existem muitos modelos de avaliação e espero divulgar os mais conhecidos aqui. Este check list em especial foi feito com base em heurísticas de gurus da usabilidade como Nielsen, Krug e Luisão (o analista de usabilidade aqui da empresa onde eu trabalho). Após listar todas as considerações mais conhecidas, selecionei as mais abrangentes para que todo bom arquiteto possa decorar e ter sempre em mente na hora de analisar um site.


1 - Feedback

O usuário sabe o que fez, que está fazendo e o que pode fazer?

2 - Intuitivismo

O usuário demora muito para descobrir como pode operar o sistema? Demora muito para tomar decisões? Comete erros?

3 - Controle

O usuário pode fazer o que ele deseja no momento em que ele deseja?

4 - Consistência

O usuário tem "surpresas" que prejudicam o uso do sistema?

5 - Ajuda

Não achei/não consigo. Há algo que eu possa fazer?

6 - Atalhos

Existem outras maneiras de fazer/encontrar algo?

7 - Memória

É necessário lembrar de algo enquanto se usa o sistema?

8 - Amigabilidade

É legal usar o sistema? Posso me divertir fazendo isso?

9 - Conteúdo

Existe o que o usuário deseja encontrar, no formato adequado?

10 - Funcionamento

É melhor um elemento que não existe do que um que não funciona.


Elas não estão em ordem hierárquica. Todos estes conceitos devem ser levados em conta de forma equivalente na hora de ver se um site é bom ou não no quesito usabilidade.


Como tudo que paira na esfera do conhecimento, esta lista pode não ser ainda o texto sagrado da usabilidade. Mas se você puder adicionar mais coisas ou questionar, comente. eu e todos os usuários da web agradecemos.

Ressucitando o blog, vamos voltar a ativa publicando os slides de uma palestra que eu dei na Mídia digital dia 23/01/09.

Muita gente passa por apuros na hora de se fazer entender com clientes e com companheiros de equipe. O erro na maior parte das vezes é que a própria maneira que concebemos nossas idéias pode estar errada. Passá-las para a frente então é fracasso na certa. Tentei passar algumas dicas pra que pensando melhor, você possa se comunicar melhor.

 

Esta é uma rotina básica de Arquitetura de Informação que eu fiz a partir do tutorial publicado no webmonkey e traduzido por João Bruni. Adicionei umas coisinhas, tirei outras, mas de uma forma geral, é um bom começo pra se fazer um site decente. Se você ainda não tem experiência e achar interessante seguir esta metodologia, imprima este resumo e cole na porta da sua geladeira até terminar o projeto em que está envolvido, e vá marcando os passos já completados. Algun Termos podem ser difíceis de entender, mas nada que uma visitinha no site do João não resolva.

 

Lição 1 - Definindo Objetivos 

1.1- Objetivos

      Coleção formal

      Coleção Informal

1.2 - Perguntas

      Qual é a missão e o propósito da organização?

      Quais são os objetivos de curto-prazo e de longo-prazo do site?

      Quais são os públicos-alvo?

      Por que as pessoas irão visitar o seu site?

1.3 - Seleção de Respostas

      Seleção

      Card-Sorting com público alvo selecionado

       

Lição 2 - Definindo o Público Alvo e Competidores

 

2.1 - Definindo a experiência do usuário.

      Avaliar quem está envolvido e quais os conhecimentos de cada um em relação ao conteúdo do site.

2.2 - Definir o Público Alvo

      Definir todos os possíveis públicos-alvos do site e seus respectivos interesses. Agrupar em categorias se necessário.

2.3 - Criar cenários

      Criar cenários, histórias, condições de utilização do site.

2.4. - Análise Competitiva

      Análisar aspectos de linguagem e tecnologia da concorrência. Uma tabela ajuda.

 

Lição 3 - Conteúdo

3.1 - Conteúdo

      Quais componentes de conteúdo o site precisa?

      Quais tipos de funcionalidades tecnológicas serão necessárias

      Criar uma lista de conteúdo.

      Separar este conteúdo em categorias.

       

3.2 - Identificar o conteúdo e requisitos funcionais.

 

      Tipos de conteúdo: estático, dinâmico, funcional e transacional

      Necessidades tecnológicas de cada um.

       

3.3 - Agrupar e Rotular o Conteúdo

      Card Sorting do inventário de conteúdo entre os envolvidos no projeto.

      Documentar os resultados

       

Lição 4 - Estrutura do Site

4.1 - Estrutura

      Metáforas Organizacionais

      Metáforas Funcionais

      Metáforas Visuais

4.2 - Esculpindo

Mapa hierárquico e Organograma

4.3 - Definir a Navegação

Definição, a partir de Fluxograma, de Macronavegação Micronavegação, Navegação Global e Local.

4.4 - Documentar o processo.

 

Lição 5 - Aspectos Visuais

      Scatch

      Wireframe

      Grids de Layout

          Localização do usuário nas páginas